- Research Article
- 10.1007/s11041-023-00964-5
Joining FE55006 Cast Iron and SAE 8620 Steel by Friction Hydro-Pillar Processing (FHPP)
- Nov 01, 2023
- Metal Science and Heat Treatment
- Renan Mensch Landell + 7 more +7
Publications from 2021 to 2026
Showing 7 of 7 papers
Joining FE55006 Cast Iron and SAE 8620 Steel by Friction Hydro-Pillar Processing (FHPP)
ESTUDO DA FORMAÇÃO DE TRINCAS A QUENTE EM LIGAS DE ALUMÍNIO DE ALTA RESISTÊNCIA SOLDADAS POR LASER DE Yb:FIBRA
ResumoO objetivo da presente contribuição é discutir o aparecimento das trincas a quente em três ligas de alumínio, AA2024, AA6063 e AA6013, soldadas a laser.Para tanto um laser do tipo Yb:fibra foi usado em condições de aportes térmicos diferentes.Os resultados indicam uma tendência ao trincamento em várias condições experimentais.No entanto, para os parâmetros de processo utilizados e para as ligas estudadas, observa-se que quando a liga possui entre 0,6% e 1% de silício a sensibilidade
Read morePRODUÇÃO DE PELOTAS AUTO-REDUTORAS A PARTIR DE LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO
O lixo orgnico domstico
EFEITO DA TAXA DE RESFRIAMENTO NA OCORRÊNCIA DE AUSTENITA RETIDA EM UM AÇO PARA ELETRODOS DE SOLDA
A influncia da taxa de resfriamento na ocorrncia de austenita retida em um ao de baixo teor de carbono ligado ao Si e Mn, utilizado na fabricao de eletrodos de solda, medida aqui atravs da combinao de seccionamento de corpo de prova Jominy com o mtodo de medio de austenita retida atravs da difrao de raios-X. Foi observado que a quantidade de austenita retida aumenta de zero, quando a taxa de resfriamento menor do que 0,8C/s e a estrutura majoritariamente ferrtica, para um valor mximo de 6%, no ponto em que a quantidade de bainita tambm mxima. Essa informao passa a guiar assim o projeto do ciclo de resfriamento ps-laminao de fio mquina para eletrodos de solda. O conhecimento da proporcionalidade da austenita retida com a presena de fases duras passa a permitir o uso da difrao de raios-X como exame liberatrio de fio mquina neste tipo de ao, assim como na simplificao de ciclo de tratamento trmico antes da trefilao.
Read moreEFEITO DA ADIÇÃO DE SiO2 NA RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO E ABRASÃO A QUENTE DE PELOTAS AUTORREDUTORAS AGLOMERADAS COM CIMENTO PORTLAND
A pelotização é o método de aglomeração de minério que oferece o melhor custo benefício.No processo, é necessária a adição de um aglomerante para conseguir as propriedades desejadas.Entre estes, o cimento é um dos destaques pela facilidade e custo.A adição de pozolânicos no concreto na construção civil para o aumento da resistência é de longa data.Neste trabalho, se estuda o efeito da adição de 1% de SiO2 ou bentonita na mistura das pelotas autorredutoras.Realizam-se ensaios de compressão a frio, compressão após tratamento térmico 950°C, Teste de abrasão a quente, teste de quedas, além de difração de raios-X.Como resultados obteve-se um incremento da resistência a compressão a frio e a abrasão a quente com a adição da bentonita, porém com ambos pozolânicos tem-se uma perda de 50% na
Read moreIMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE NÍVEL 2 NA ESTAÇÃO DE DESSULFURAÇÃO DE GUSA EM CARRO TORPEDO DA COMPANHIA SIDERÚRGICA NACIONAL
Os processos produtivos consomem elevados volumes de matrias-primas e insumos, apresentando excelentes oportunidades de reduo de custo. O presente trabalho tem como objetivo desenvolver um sistema automatizado de dessulfurao em Carro Torpedo, tendo em vista que o sistema atual utilizava planilhas eletrnicas. Construdo a partir das prticas operacionais, o modelo matemtico para Estao de Dessulfurao em Carro Torpedo da Companhia Siderrgica Nacional torna-se uma representao simplificada da realidade, possibilitando um controle de processo mais efetivo. O sistema de nvel 2 possui um mdulo de engenharia, onde todos os parmetros operacionais e constantes de processo so definidos e um mdulo operacional, que se divide entre o clculo das adies de dessulfurantes e a avaliao de desempenho operacional. Nos primeiros meses de operao foi possvel implementar um modo de operao padro para
Read moreAVALIAÇÃO DA TENACIDADE À FRATURA DE AÇOS FERRAMENTA AISI D2 E VF800AT
PDF | Uma das principais propriedades dos materiais utilizados na industria metal mecânica para fabricação de ferramentas de conformação e corte à frio é a resistência ao desgaste. No entanto, falhas por trincas ou desgaste por microlascamento podem ocorrer devido à baixa tenacidade dos aços. O presente trabalho avalia a tenacidade a fratura dos aços ferramenta para os processos de corte e conformação à frio. Os testes de tenacidade foram realizadas de acordo a norma ASTM E 399; os corpos de prova foram de aço ferramenta AISI D2 e VF 800 AT com tratamento térmico, ambos com dureza superficial de 57 RC. A tenacidade dos materiais foi avaliada através do ensaio de flexão em três pontos. Inicialmente, dez cdp’s do tipo SENB de cada material de 11x22x90 mm foram usinados e tratados termicamente por tempera seguida de dois revenimentos a fim de se atingir a dureza de 57 RC. Em seguida, gerou-se uma trinca inicial no fundo do entalhe usinado, feita com um equipamento de laboratório de pré- trincamento de trinca por fadiga e com o comprimento total dentro dos limites da norma ASTM E 399. Foram ensaiados os corpos de prova de cada material, usando o ensaio estático de flexão à três pontos numa máquina universal de ensaios mecânicos com célula de carga de 2 toneladas, marca EMIC ano 2001. Registrou-se a abertura da boca da trinca CMOD através de um “clip gauge” preso no cdp e a carga aplicada lentamente través de leitura de multímetro digital. Finalmente, traçou- se as curvas de carga versus CMOD para o cálculo da tenacidade à fratura KC de cada aço. Obteve-se os seguintes valores de tenacidade à fratura dos aços: aço D2: 21 MPa.m e aço VF800AT: 25 MPa.m. Através do MEV, caracterizou-se a superfície de fratura e os mecanismos de fratura frágil desses materias. O Mecanismo de fratura de ambos aços é do tipo fratura frágil intergranular.
Read more