Índice de vulnerabilidade clínico-funcional e as dimensões da funcionalidade em idosos
Objetivo: analisar a associação entre o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 e as dimensões da funcionalidade de idosos. Métodos: estudo transversal, com 307 idosos. Utilizou-se o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20, Mini Exame do Estado Mental, Depressão Geriátrica Abreviada, Timed Up and Go, Teste de audição e Sussurro. Os dados foram analisados com recurso à estatística descritiva e significância 5%. Resultados: a prevalência de fragilidade correspondeu a 16,6% e em risco de fragilização 43,0%, com maiores proporções para deficit cognitivo, risco para depressão, alto risco de quedas, disfunção visual e auditiva. Houve associação significativa entre fragilidade e estado mental, depressão, mobilidade funcional (p<0,001), Teste de Sinais de Snellen (olho direito p=0,015; esquerdo p=0,025) e Teste do Sussurro (ouvido direito e esquerdo p˂0,001). Conclusão: o rastreamento precoce da fragilidade e sua associação com as dimensões da funcionalidade são essenciais para propor intervenções de cuidado capazes de garantir autonomia e independência dos idosos.
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