- Research Article
- 10.24100/mkf.2025.02-04.91
Alkalmazott mikrobiológiai kutatások a Fermentációs Félüzemben
- Dec 19, 2025
- Magyar kémiai folyóirat, Kémiai közlemények
- Edina Eszterbauer + 4 more +4
Publications from 2021 to 2026
Showing 10 of 140 papers
Alkalmazott mikrobiológiai kutatások a Fermentációs Félüzemben
Identifying Spectral Biomarkers for Migratory Potential in Cancer Cells Using FTIR and O-PTIR Spectroscopy
Cancer is a leading cause of death worldwide, and incidence and mortality are growing rapidly. Metastasis, the occurrence of cancer at sites different from the primary tumor, can affect multiple organs, compromising their function or altering their metabolism, and eventually leads to death. In fact, metastasis is the main cause of death in the majority of cancer patients. Considering the severe implications of cancer on patient survival and quality of life, the early identification of metastases is pivotal in the effective treatment of cancer. Since routine diagnostic practice relies on a time-consuming staining process and the use of antibodies to detect selected molecular markers, it is limited by a lack of real-time data and the availability of molecular information. Against this background, techniques based on rapid chemical analysis to identify migratory properties are highly desirable. Fourier-Transform Infrared (FTIR) spectroscopy has a long history in the label-free identification of infrared marker bands for cancer detection. However, it requires extensive post-processing of the acquired spectra, is not suitable for analysis in aqueous environments and has poor spatial resolution. To overcome these challenges, we are using a new method termed Optical Photothermal Infrared (O-PTIR) spectroscopy to detect local absorption to establish IR tumor markers and classification models. We report on experimental outcomes using machine learning and IR spectroscopy for the classification of cells and the identification of markers for cancer and migratory properties, comparing conventional FTIR microscopy to a custom O-PTIR instrument.
Read morePENGARUH PENYETELAN BRIDGE BINGKAI KACAMATA METAL RIMLESS TERHADAP KENYAMANAN PEMAKAI DI OPTIK D TAHUN 2022
Penelitian ini bertujuan untuk menggali lebih dalam mengenai Pengaruh Penyetelan Bridge Pada Bingkai Kacamata Rimless untuk kenyamanan pemakai kacamata di Optik D. Penyetelan Bridge yang baik tentu saja merupakan kepuasan tersendiri untuk membuat pelanggan senang, yang berpengaruh terhadap kenyamanan penglihatan dan menambah penampilan yang lebih baik dari segi kosmetik. Dalam penelitian ini, penulis menggunakan metode deskriptif kualitatif yang merupakan sebuah metode penelitian yang memanfaatkan data kualitatif dan dijabarkan secara deskriptif. Hasil penelitian menunjukkan bahwa ada pengaruh signifikan penyetelan bridge bingkai metal rimless terhadap kenyamanan dan tampilan kosmetik pemakai kacamata
Read moreInterrogating the genus <i>Yersinia</i> to define the rules of lipopolysaccharide lipid A structure associated with pathogenicity
ABSTRACTPathogen recognition by the immune system relies on germline-encoded pathogen recognition receptors which identify conserved pathogen-associated molecular patterns (PAMPs) such as the lipid A section of the lipopolysaccharide (LPS). The assumption that pathogens and mammalian-associated bacteria remodel their lipid A PAMP because of host-microbe co-evolution is a long held-belief of microbial pathogenesis. We set out to test this fundamental principle by interrogating a Gram-negative genus presenting evidence of evolutionary events linked to the acquisition of essential virulence traits, resulting in pathogenic and non-pathogenic species. The genusYersiniafulfil these requirements; the acquisition of the pYV virulence plasmid is one of the evolutionary events associated with virulence. At 37°C, only pathogenicYersiniaswitch to deacylated lipid A, a modification that diminishes TLR4/MD-2 recognition and reduces inflammation. An engineered chimeric pathogenicYersiniastrain expressing the non-pathogenic lipid A profile efficiently engages with TLR4, demonstrating it is sufficient to switch the acylation pattern to modify the recognition by TLR4 and subsequent activation of inflammation. The lipid As of pathogenic and non-pathogenic species are modified with aminoarabinose and palmitate; therefore, only the reduced acylation of the lipid A PAMP is a trait associated with virulence. The decorations of lipid A do not alter TLR4 engagement but confer resistance to antimicrobial peptides. The chimeric pathogenicYersiniastrain expressing the non-pathogenic lipid A profile allows to ascertain whether the switch in the lipid A PAMP affects virulence. This strain showed enhanced motility due to an upregulation of theflhDCmaster regulator, and impaired cellular invasion through downregulation ofrovA, a key invasion regulator. The expression and function of pYV-encoded virulence factors Yops and YadA were not affected. Nonetheless, the chimeric strain was attenuated in vivo, demonstrating that virulence factors cannot overcome a switch in the lipid A PAMP associated with pathogenicity.
Read moreAbordagem Transoral Robótica (TORS) no câncer de orofaringe
O câncer orofaríngeo tem visto um aumento significativo em sua incidência, especialmente entre indivíduos com infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV), o que justifica a necessidade de abordagens terapêuticas mais eficazes. Este estudo tem como objetivo revisar a literatura sobre a Abordagem Transoral Robótica (TORS) no tratamento do câncer orofaríngeo, destacando suas vantagens em controle local do tumor, recuperação funcional e qualidade de vida dos pacientes. A metodologia utilizada consistiu em uma revisão integrativa da literatura, analisando estudos publicados nos últimos dez anos que abordam a TORS. Os resultados indicam que a TORS não apenas permite a remoção precisa do tumor, mas também minimiza o trauma cirúrgico, reduzindo o tempo de internação e promovendo uma recuperação mais rápida. Além disso, a técnica preserva a estética, evitando cicatrizes visíveis, o que contribui para a autoestima dos pacientes. Apesar das barreiras, como os custos e a necessidade de treinamento especializado, a TORS se destaca como uma opção viável e segura no manejo do câncer orofaríngeo. Conclui-se que a TORS representa um avanço significativo nas técnicas cirúrgicas, promovendo um tratamento mais humanizado e centrado no paciente, com potencial para melhorar os resultados clínicos e a qualidade de vida.
Read moreKaren Cheung’s The Impossible City, a Commemoration of Hong Kong in Post-time
Impactos do manejo nutricional com o uso de probióticos em pacientes com Doença Inflamatória Intestinal
Introdução: A doença de Crohn (DC) e a colite ulcerativa (CU) são doenças inflamatórias crônicas do trato gastrointestinal que afetam milhões de pessoas em todo o mundo. A doença de Cronh é caracterizada pela inflamação crônica da mucosa do trato gastrointestinal, já a colite ulcerativa é definida pela inflamação crônica do cólon e reto. Objetivo: sumarizar estudos que avaliaram a suplementação de probióticos como manejo nutricional em pacientes com DII. Metodologia: revisão integrativa de artigos indexados na base de dados PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, publicados entre 2019 a 2023, escritos nos idiomas português e inglês. Foram excluídos estudos de revisão, meta-análise e gestantes. Resultados: foi selecionado 09 artigos para a revisão após os critérios de inclusão e exclusão. Em relação as amostras estudas, utilizaram indivíduos de ambos os sexos, com diagnóstico de DC E CU na faixa etária de entre 01 e 81 anos. Quantos aos probióticos, verificou-se 66,6% (n=6) usaram Lactobacillus spp. e 33,3% (n= 3) usaram Bifidobacterium spp. O uso dos probióticos citados no presente estudo trouxe resultados favoráveis no alivio dos sintomas, bem-estar gastrointestinal e aumento do índice de massa corporal (IMC). Conclusão: O manejo nutricional com o uso de probiótico mostrou efeitos positivos no tratamento da DC e CU, quando associados a uma ingestão alimentar balanceada. Contudo, estudos adicionais são essenciais para a aquisição de uma compreensão mais abrangente e conclusiva sobre o uso de probióticos em pacientes com DII.
Read moreAYURVEDIC MANAGEMENT OF SHWITRA (VITILIGO)- A CASE STUDY.
The Sanskrit term Shweta, which meaning "white patch," is the root of the name Shwitra. Shwitra (Vitiligo) is a condition that is referenced in the classic Kushta Roga Chikitsa and affects a significant section of the pediatric population as a result of poor dietary and lifestyle choices. Shwitra "Shweta Bhava Michanti Shwitram" is what the Kashyapa Samhita says. Kilasa, Daruna, Aruna, and Shweta Kushta are some more names for it. In contemporary medicine, vitiligo is referred to as an auto immune illness and manifests as a white patch on the skin. A widespread, progressive, chronic skin illness called vitiligo is characterized by patches of skin with sharp, frequently hyperpigmented edges caused by a lack of melanin pigments. Approximately 1% of people worldwide suffer from this illness. This condition is included under the general topic of Shwitra in Ayurveda. Every Acharya has the same opinion that the two primary therapeutic modalities mentioned in the classics—Samshodhan Karma and Samshaman Karma—should be used to treat Shwitra or Kushtha first. In their various Samhitas, Acharyas have specified a variety of internal and external uses, as well as sun exposure, for Shaman Chikitsa in the Shwitra Roga. Samhitas discuss a wide range of single and combination medications; among them, Shwitrahar Kashaya and lepa are mentioned in detail. One of them is chosen and shown to be useful for the investigation.
Read moreIMPULSIONANDO A INCLUSÃO: METODOLOGIAS ALTERNATIVAS PARA ALUNOS COM TEA
Justificativa: A inclusão escolar de alunos com Transtorno do Espectro Autista é uma realidade no Brasil, e este processo se configura como um desafio a ser enfrentado coletivamente, para que seja garantido o acesso, a permanência e o sucesso dos mesmos. Em meados do século anterior, pesquisadores se interessaram por estudar esse transtorno com a finalidade de entendê-lo e promover as melhores formas de intervenção que ajudariam as pessoas com autismo a serem independentes Objetivo: Realizar uma revisão de leitura e apresentar algumas metodologias alternativas que podem ser adotadas visando contribuir de maneira positiva no processo de ensino-aprendizagem do aluno com TEA. Método: Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, com intuito de apresentar técnica de Prompt, método de ensino/treino, técnica Pecs, DTT e CAA. Resultados: Ao apropriar-se de metodologias alternativas o educador irá auxiliar seu aluno autista no desenvolvimento dos conteúdos propostos, nas formulações ensinadas para a resposta correta em todo o decorrer do período letivo. Considerando que tais práticas facilitarão para que o TEA apodere-se do conhecimento e possa fazer uso do mesmo de forma independente. Conclusão: Nota-se o TEA é classificado como um transtorno do neurodesenvolvimento que precisa de uma equipe multidisciplinar de apoio para desenvolver plenamente o sujeito. Portanto faz-se necessário respeitar as limitações a fim de favorecer o processo inclusivo. Ademais, as práticas educativas para esses alunos carecem de formação docente e contínua de qualidade. Dessa forma, fica evidente a necessidade de estimular a criação de políticas públicas com o intuito de existir agências de fomento a fim de garantir maior possibilidade de formações docentes adequadas para o exercício com pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista.
Read moreAVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO DOS ACADÊMICOS DE MEDICINA SOBRE INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL
INTRODUÇÃO: A intubação orotraqueal (IOT) é um procedimento corriqueiro do dia-a-dia do médico e potencialmente salvador de vidas. Os estudos apontam que parte significativa dos médicos iniciam suas carreiras profissionais na área da urgência e emergência, assim as Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino de medicina recomendam o desenvolvimento de um currículo que englobe essa área. Portanto, é essencial que estudantes de medicina concluindo o ciclo de estágio obrigatório tenham conhecimento suficientes para realização da IOT. OBJETIVOS: Avaliar o conhecimento dos acadêmicos de medicina do quinto e sexto ano sobre intubação orotraqueal, bem como a progressão de conhecimento sobre o tema de um ano do curso para o outro e a segurança que os alunos tem para realizar o procedimento. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal e descritivo, através da aplicação de questionários com 5 perguntas de autoavaliação e 8 perguntas de conteúdo teórico em acadêmicos do quinto e sexto ano do curso de medicina da Universidade Estadual do Oeste do Paraná Campus Cascavel. RESULTADOS: foram 45 indivíduos incluídos, 46,7% eram acadêmicos do quinto ano e 53,3% eram do sexto. 41,67% dos alunos do sexto ano responderam ter segurança para realizar IOT contra 9,52% do quinto ano. No questionário teórico, 37,5% dos estudantes do sexto ano acertaram questão sobre indicação de IOT contra 19,6% do quinto ano. 75% do sexto ano acertou sobre medicações usadas na IOT em sequencia rápida de intubação (SRI) e 33,33% do quinto ano acertou esta questão. Sobre tempo mínimo de pré-oxigenação 12,5% do sexto ano e 14,29% do quinto ano acertaram a questão. A respeito de método padrão ouro para confirmar posição do tubo orotraqueal, 79,17% do sexto ano e 52,38% do quinto ano acertaram a pergunta. 66,67% do sexto ano e 19,05% do quinto ano acertaram sobre dose de medicações usadas em pacientes com estabilidade hemodinâmica e 12,5% do sexto ano e 9,52% do quinto ano acertaram sobre as doses em pacientes com instabilidade hemodinâmica. Para a pergunta de manobra de otimização de visualização de via aérea, 8,33% do sexto ano acertou a pergunta contra 14,28% do quinto ano. E sobre outras sequências de intubação, 16,67% dos alunos do sexto ano acertaram a pergunta contra 0% do quinto ano. CONCLUSÃO: percebe-se lacunas no conhecimento teórico sobre intubação orotraqueal dos acadêmicos dos últimos anos de medicina. Porém, vemos que existe uma progressão de conhecimento sobre o assunto quando comparamos o quinto ano com o sexto. Além disso, os alunos de medicina do internato não se sentem seguros para realizar esse procedimento.
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