UMA VISÃO CONTEXTUAL EM RELAÇÃO A PACIENTES ACOMETIDOS PELA DOENÇA ARTERIAL OBSTRUTIVA PERIFÉRICA
A Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP) consiste no estreitamento da luz das artérias que irrigam os membros inferiores, ocasionando uma redução do fluxo sanguíneo aos tecidos. Essa patologia caracteriza-se como multifatorial e tem como principal causa a doença arterosclerótica. Nesse contexto, é possível apontar a DAOP como um problema da população contemporânea brasileira, uma vez que a sua prevenção consiste no controle dos fatores de risco, de caráter crônico, para o seu desenvolvimento e evolução. OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi analisar as perspectivas assertivas quanto ao tratamento e prevenção da Doença Arterial Obstrutiva Periférica (DAOP). METODOLOGIA: Consiste em uma revisão bibliográfica, na qual foi realizada a síntese de cinco estudos a partir dos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) "Doença Arterial Periférica", "Insuficiência Arterial" pelo Google Acadêmico e na língua inglesa, pela base de dados do PubMed apresentaram os descritores "Medicina Vascular" e " Pressão Arterial". RESULTADOS: Os estudos demonstram que diferentes hábitos de vida além do contexto socioeconômico em que o paciente está inserido influência nas diferentes formas de prevenção e tratamento da DAOP. Critérios como alimentação, prática de exercícios físicos, escolaridade, questões financeiras, influenciam diretamente no grau de acometimento, na prevenção e tratamento da doença. O resultado encontrado nas pesquisas é que um percentual superior a 60% no que se refere aos pacientes com DAOP desconheciam seu diagnóstico, ou apresentaram um contexo escolar e/ou financeiro precários. Nessas condições, a DAOP foi interpretada por essa população como uma doença aguda, de surgimento súbito. O que demonstra a importância do conhecimento e de bons hábitos diários para prevenir essa patologia. CONCLUSÃO: Constatou-se que fatores socioeconômicos, associado ao baixo conhecimento e precários hábitos de vida são preponderantes no aumento de casos de desenvolvimento da DAOP. Assim, é evidente uma atuação forte da assistência primária para melhor amparar esses pacientes quanto a prevenção e melhor orientar também, sobre tratamentos e a melhor forma de profilixia para essa celeuma.
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